Olá moçada!!!
Seguinte: quem vai no casamento de David?
Qual será o meio de transporte utilizado?
Ficaremos tudus juntus no mesmo hotel?
Manifestem-se!!
=)
Bandoleros UNESP
A amizade...ah...o que é a amizade...?
segunda-feira, maio 07, 2012
sábado, março 10, 2012
V for Vendetta pelo mundo!!

Alguns alunos estão querendo comprar a máscara também
Alan Moore comenta máscara de ‘V de vingança’ em protestos
Personagem dos quadrinhos se tornou símbolo do ativismo moderno
O GLOBO
Publicado:
28/11/11 - 12h31
Atualizado:
28/11/11 - 12h36
Manifestante usa máscara de Guy Fawkes em protesto na Espanha
SUSANA VERA / REUTERS
RIO - Em sua prolífica carreira nos quadrinhos, Alan Moore criou (ou recriou) personagens que passaram a fazer parte das vidas dos adolescentes que leram suas obras - e ganharam ainda mais amplitude quando adaptados para o cinema. "Watchmen", "Do inferno" e "Liga extraordinária" são hoje clássicos inquestionáveis da HQ (os filmes nem tanto), mas nos últimos anos o escritor viu uma de suas criações tomar as ruas de forma surpreendente. A máscara de Guy Fawkes, usada pelo anti-herói de "V de vingança", se tornou onipresente nos protestos contra o sistema financeiro que tomaram várias cidades dos EUA e Europa e foram parar até mesmo no palco do Rock in Rio.
O recluso Moore, que não tem conexão a internet nem televisão e vive em sua cidade natal de Northampton, na Inglaterra, é avesso a entrevistas e ainda não havia falado sobre o fenômeno. Com sua longa barba e os cabelos desgranhados que lembram um ermitão, demonstrou satisfação ao comentar pela primeira vez o assunto, em entrevista ao jornal inglês The Guardian.
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"Já me acostumei com o fato de algumas das minhas criações se infiltrarem no mundo material", disse o escritor de 58 anos.
Após o fracasso de "Liga extraordinária", possivelmente o pior filme inspirado em sua obra, de 2003, Morre renegou todas as iniciativas posteriores de levar suas histórias ao cinema. Em "V de vingança", pediu até mesmo que seu nome fosse retirado dos créditos. O renascimento da máscara como emblema do ativismo moderno pode ter mudado esse sentimento.
"Imagino que quando estava escrevendo 'V de vingança' pensava no fundo do meu coração: 'Não seria ótimo se essas ideias tivessem impacto?'. Então quando você começar a ver a fantasia indolente invadir o mundo real... é peculiar. Sinto como se um personagem que criei há 30 anos de alguma forma escapasse do mundo da ficção."
A máscara de Guy Fawkes foi criada em 1982, quando Moore e o desenhista David Lloyd lançaram a série sobre um misterioso personagem que organiza um plano para destruir o governo autoritário que tomou o poder na Inglaterra. Finalizada em 1988, a obra foi escrita durante os duros anos do governo de Margaret Thatcher e ainda sob a influência da Guerra Fria.
Nos protestos, os manifestantes usam a versão da máscara criada para o filme "V de vingança", lançado pelos irmãos Wachowski em 2006 - versão desprezada pela crítica e abraçada por boa parte do público. Ironicamente, parte do dinheiro usado na compra das máscaras vai para uma supercorporação, a Warner Bros, que detém os direitos autorais do material.
Apesar disso, ela já foi vista em protestos contra o establishment em Nova York, Londres, Atenas, Rio, Moscou... Julian Assange usou uma em protesto contra a perseguição ao Wikileaks, a máscara se tornou símbolo do movimento hacker Anonymous e foi usada pelo cantor Tico Santa Cruz durante um discurso de tons anarquistas no show do Detonautas no Rock in Rio. Com um imutável sorriso num rosto branco com bochecas rosas e cavanhaque pintado de preto, passa um ar misterioso.
"Aquele sorriso é tão assustado", admite Moore, "Tentei usar a natureza misteriosa dele para criar um efeito dramático. Podíamos mostrar uma imagem do personagem apenas parado, silencioso, com uma expressão que poderia ser agradável, jovial ou sinistra. E quando você tem um mar de máscaras do V, faz os manifestantes parecerem um organismo único - o 99% que ouvimos tanto. Isso é formidável. Posso ver porque eles a escolheram."
Para os protestos contra o sistema financeiro, os manifestantes escolheram o slogan "Somos os 99%", contra o 1% que detém a maior parte da riqueza nos EUA e no mundo. Outra ideia que parece agradar Moore.
terça-feira, janeiro 31, 2012
Muito trabalho e pau na máquina!

Amigos, o facebook não matará este blog! Não se eu puder impedir! Seguinte, o Pira deve ter me odiado por não ter ido na casa dele. Nem consegui dar satisfações. O David não confirmou ainda a data oficial do casório! Quero comprar as passagens! Thunder, me reenvia a Agência e a Conta Corrente para eu depositar a grana de nossa viagem: sao 200 reais até agora - novembro, dezembro, 13 salario e janeiro. Liguei pra casa de vcs outro dia e ninguém atendeu! Seus farristas! A porca branca do mar - vulgo aLLLLLLLLLLgusto, como dizia eu no passado, tá sumida. Brunão, o capacho casado master, vai receber uma visita minha em breve, e de carro!!! Aguardem! Goiano, vê se dá notícias, seu merda! Quero meus descontos na livraria cultura ou vou comprar do concorrente! Tina, o Pinheirinho precisa de assistentes sociais, topa? KKKKKKKKKKK.
segunda-feira, janeiro 23, 2012
Taxi Driver
sábado, dezembro 03, 2011
Além do Bojador
Fazia tempo que não passava por aqui. Precisamos admitir que o Facebook mudou tudo, hehhehe. Lendo o texto da Élidi e o comentário do Pirata, lembrei de uma postagem do Didi que estudou conosco em Franca sobre o evento citado e que gostei bastante:
"Minha humilde opinião sobre os recentes eventos na USP: Em primeiro lugar, não me identifico com as reivindicações dos estudantes, e isso não pq eu seja um pelego ou reaça maldito, mas sim as suas reivindicações não conseguem sair do microcosmo dos jardins do éden que a USP se transformou. No mundo árabe, os estudantes organizaram uma revolução por democracia; nos EUA, as manifestações vão de frente contra o capital especulativo internacional e suas mazelas na sociedade. Estudantes no Chile lutam por uma democratização do ensino numa escala nacional. E na USP a grande questão é:PM dentro ou fora da cid. universitária? Ah, se fuder!!! E se ao invés de levantarmos essas questões, pq não vamos ao cerne: é essa PM truculenta, que respeita os direitos apenas daqueles que por eles podem pagar, que queremos para a nossa sociedade? É esse governo, que desrespeita os direitos básicos de seus cidadãos, mas que cria leis extraordinárias que se adequem aos interesses escusos de empresas e grupos estrangeiros, como a lei da Copa, só pra ficar num exemplo recente. Enquanto os alunos da USP se virem como uma casta de intelectuais escolhidos por Deus para trazerem a salvação, mas que não conseguem sair dos portões de sua faculdade; enquanto suas reivindicações se resumirem a piquetes para pedir bolsa-auxílio e bandejão mais barato, podem esquecer, meus amigos, mas o resto da sociedade vai continuar vendo-os como um bando de mauricinhos baderneiros".
"Minha humilde opinião sobre os recentes eventos na USP: Em primeiro lugar, não me identifico com as reivindicações dos estudantes, e isso não pq eu seja um pelego ou reaça maldito, mas sim as suas reivindicações não conseguem sair do microcosmo dos jardins do éden que a USP se transformou. No mundo árabe, os estudantes organizaram uma revolução por democracia; nos EUA, as manifestações vão de frente contra o capital especulativo internacional e suas mazelas na sociedade. Estudantes no Chile lutam por uma democratização do ensino numa escala nacional. E na USP a grande questão é:PM dentro ou fora da cid. universitária? Ah, se fuder!!! E se ao invés de levantarmos essas questões, pq não vamos ao cerne: é essa PM truculenta, que respeita os direitos apenas daqueles que por eles podem pagar, que queremos para a nossa sociedade? É esse governo, que desrespeita os direitos básicos de seus cidadãos, mas que cria leis extraordinárias que se adequem aos interesses escusos de empresas e grupos estrangeiros, como a lei da Copa, só pra ficar num exemplo recente. Enquanto os alunos da USP se virem como uma casta de intelectuais escolhidos por Deus para trazerem a salvação, mas que não conseguem sair dos portões de sua faculdade; enquanto suas reivindicações se resumirem a piquetes para pedir bolsa-auxílio e bandejão mais barato, podem esquecer, meus amigos, mas o resto da sociedade vai continuar vendo-os como um bando de mauricinhos baderneiros".
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